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sábado, 15 de outubro de 2011

Que abuso!


"A Região Autónoma da Madeira precisa de 1,2 mil milhões de euros para fazer face às despesas correntes até ao final deste ano. Quem o diz é o líder parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira. A região só arrecada mil milhões de euros em receitas anuais."


Ide pedir ao c******!!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Agora vem a responsabilidade do voto...

"Com uma democracia mais ou menos condicionada, o povo da Madeira votou. É verdade que a abstenção foi a mais alta de sempre. É verdade que o PSD/Madeira ficou, pela primeira vez, abaixo dos cinquenta por cento. Mas os madeirenses reelegeram Alberto João Jardim. A sua decisão está tomada. Conheciam os factos e estiveram-se nas tintas para eles. É um direito democrático que têm. Agora vem a responsabilidade do voto."

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

PSD a assumir culpas do que quer que seja?! Naaaaaaaaaaaa...

"Como não dá jeito nenhum constatar o óbvio, que Alberto João Jardim é de direita, continuador do regime de antes do 25 de Abril que nunca chegou à Madeira, a direita continua a despejar megabytes tentando associar o construtor de estradas que servem duas ou três casas ao pobre Keynes, que tem as costas largas."

sábado, 1 de outubro de 2011

Será que é desta?

(imagem sacada do Diário de Notícias Madeira)

Pelo que percebo da campanha madeirense, Jardim continua o mesmo troca-tintas do costume e debita números para confundir, e sempre ajudado por comunicação social sustentada com dinheiros públicos. A Diocese do Funchal também está enterrada até ao pescoço com o tomate saltitante (alguns leitores perceberão agora melhor porque o laicismo é tão importante).

Uma boa parte da retórica nos últimos dias tinha sido à volta da divisão da dívida em directa, indirecta e administrativa. Repararam como ontem ninguém se interessou pelas partes das dívidas que são directas, indirectas, ou ainda mais indirectas? Pois foi assim que Portugal foi tratado pela troika... 

Convém comparar o que é comparável: a dívida total portuguesa é de 160.5 mil milhões enquanto a dívida total da Madeira é 6.328 mil milhões de euros. Estão incluídas todas as dívidas directas, indirectas e administrativas. A dívida per capita dos madeirenses é de 24.913 euros e a dos restantes portugueses é de 15.047 euros – 10.000 euros de diferença. 

Não devia ser exigido aos madeirenses nem mais nem menos que a todos os portugueses. Mas eu às vezes pergunto-me até que ponto os madeirenses se sentem realmente portugueses quando aparentemente se preparam para reeleger o indivíduo que meteu um défice orçamental de 23% só no ano de 2010! (repito: 2010! - com Portugal a ver as taxas de juro a serem atacadas, os neoliberais da UE a exigirem sangue e a Grécia na bancarrota) e que depois ainda insulta os continentais! 

Gostava que os madeirenses me dissessem, muito a sério, se são portugueses… 

Seja ou não seja reeleito Jardim, o fisco madeirense tem de voltar para a alçada do Ministério das Finanças. E caso Jardim seja reeleito, a Assembleia da República devia nomear um governador económico e financeiro para a Região Autónoma, durante o período em que terá de haver o congelamento de muitas das transferências do “continente” para a Madeira. Não se pode confiar em Jardim, nem se deve! E ontem já tivemos uma amostra da fidelidade ao dono. Estas reacções de tipo canino comovem-me...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Jogo duplo

(imagem sacada daqui)

Lembram-se disto? E da necessidade de ter um acordo com a troika assinado antes das eleições? Pois agora é assim e assado... JOGO DUPLO!

sábado, 24 de setembro de 2011

Olha o Governo a fugir das câmaras!

"Esta brilhante, mafiosamente solidária, família PSD que nos governa, governa a ilha e preside à República não hesitaria, porém, em mandar um pelotão de fuzilamento a Paris, tivesse o buraco sido descoberto no continente. Não que não tivessem procurado. Não que não tivessem insinuado. Não que não tivessem espumado.

Mas um buraco destes na Madeira é, como dizer? É nada! Nada de especial. Nada que o amor da família não resolva."

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Na Madeira o Alberto João controla o fisco...

"Ao contrário do que sucede no resto do país onde a gestão do fisco depende do governo da República na Madeira o fisco depende do Alberto João, uma benesse concedida por Manuela Ferreira Leite quando era ministra das Finanças? Pois é, tem um paraíso fiscal duvidoso e controla o fisco local.

Agora que tanto se fala de fusão do fisco com o envolvimento da troika não seria interessante perguntarem-lhes o que acham disto?

Note-se que há poucos dias João machado, director dos Assuntos Fiscais da Madeira, foi notícia por ter criado juntamente com três dirigentes do Nacional uma empresa off-shore nas Ilhas Virgens. Se isto tivesse ocorrido no Continente o director-geral já teria sido demitido, mas na Madeira quem manda é o Alberto e como se sabe as regras são as dele."

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Infiltrações...
















Esta notícia do Público tem pano para mangas. Além de Jardim ter cometido um crime punível com prisão, ficamos a saber que Cavaco Silva "inteirou-se da situação financeira da região durante as audiências concedidas aos partidos no final de Julho". O problema é que se Cavaco esteve calado mais de 2 meses, quem é que garante que não está calado à mais tempo? À muito mais tempo? E isto não é violação dos seus deveres constitucionais?

E a PGR andou a fazer o quê? Onde ficaram as investigações? Porque não há ainda a acusação formal de violação da Lei? É que depois deste vídeo já todos sabemos que Jardim acha que o Estado é (d)ele. Parecem-me indícios claros de "infiltrações" que têm de ser paradas imediatamente, custe o que custar.

E o PSD, o que é que tem a dizer do exponencial aumento da dívida madeirense sempre que tomou o Governo da República? E os seus eleitores pactuam com isto tudo?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tem de se acabar com o jardinismo. Não há outra solução.


Este caso das dívidas ocultadas pelo Governo Regional da Madeira tem feito correr muita tinta, mas não podemos esquecer vários aspectos essenciais:

1) a Madeira faz parte de Portugal e deve ser tratada em igualdade de circunstâncias com o resto do território, seja na questão da dívida seja em tudo o resto;

2) No entanto Alberto João jardim tem tentado que a Madeira seja tratada de uma forma diferenciada, e tem-no conseguido devido à falta de espinha dorsal da maior parte dos governos portugueses;

3) O único governo que não pactuou totalmente com o regime madeirense foi o anterior governo do PS. A resposta do governo regional da Madeira a essa inflexibilidade de Sócrates e de Teixeira dos Santos foi a ocultação das dívidas que foi contraindo às autoridades nacionais com competência na matéria. Comparando com a crise das dívidas públicas europeias, esta situação só tem paralelismo com a ocultação de dívida dos governos gregos de direita;

4) Já houve um saneamento das contas públicas das regiões autónomas à uma década atrás, no tempo de Guterres a 1º Ministro. De então para cá os Açores nunca mais excederam quaisquer limites ao nível de dívida regional, enquanto que a Madeira excedeu esses limites e ainda insulta os continentais e os Governos da República.

5) Vão-se realizar eleições regionais no próximo dia 5 de Outubro. Com o domínio que o gang do PSD - Madeira tem sobre a comunicação social madeirense é expectável a 41ª maioria absoluta de Jardim. Não é de esperar que os madeirenses, que foram beneficiados com a ocultação das dívidas (nomeadamente a Igreja Católica local...), vejam razões para mudarem a sua atitude perante o resto do país.

Posto isto, creio que só há uma solução: esperar pelos resultados das eleições regionais e, caso se confirme a maioria absoluta de Jardim, reter todas as transferências de dinheiros públicos para a Madeira até a totalidade da dívida oculta madeirense (incluindo juros) estar paga. É garantido que o jardinismo vai cair ao fim de pouco tempo se esta solução for adoptada, pois sem benesses para distribuir entre o seu gang a lealdade perante Jardim vai desaparecer...

domingo, 18 de setembro de 2011

João "Mete-Nojo" Jardim

"(...) [Na] Região Autónoma da Madeira abundam as obras públicas, auto-estradas feitas de túneis e pontes unem a capital a concelhos que pouco mais são do que aldeias, conta com uma burguesia política que enriqueceu a vender sifões de retrete (como alguém muito bem retractou), beneficia de ajudas comunitárias aos bens alimentares (POSEIMA) que permite que estes produtos sejam vendidos a preços substancialmente mais baixos.

Na Madeira chove dinheiro, recebem-se ajudas comunitárias à conta do estatuto periférico, viaja-se de avião quase à borla, investe-se, beneficia-se de leis favoráveis de finanças regionais, fazem-se festas e arraiais, recupera-se rapidamente das catástrofes naturais, financiam-se jornais para que as primeira páginas sejam dedicadas ao governador, vive-se num ambiente de fartura.

(...)

E no fim de tudo isto o Alberto, que merece uma estátua à entrada da sede do FMI por ser um dos maiores caloteiros do mundo ofende sistematicamente os governos da República, chama-nos colonialistas e diz que lhe devemos milhões, usa o dinheiro dos contribuintes para, dia sim dia não, abrir um processo judicial pára perseguir todos os que o ousem criticar, goza com o Passos Coelho em pleno congresso do PSD e ainda recebe ovações, faz chantagem com o país pondo em causa a sua coesão nacional, aparece na comunicação em cuecas, dá entrevistas em fato de banho, goza com o país nas tacas de Porto Santo onde organiza as suas universidades de Verão.

(...)

É pena que o governo esqueça o sentimento de muitos portugueses porque o que o Alberto merece é um corno e a ponta do outro."