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quarta-feira, 6 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Começou
E é mais que tempo de mandar o sistema bancário ao charco. O sangue velho e doente necessita ser substituído por sangue novo e saudável. Já nem vale a pena olhar mais para trás. Os erros foram cometidos e apontados, resta aprender...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Cimeira do euro
Quando perceberem que os excedentes de uns, nomeadamente da Alemanha, são os défices de outros, já vai ser tarde demais. União fiscal (impostos iguais para todos os países - a Holanda recebe centenas, ou milhares, de milhões em impostos que deviam ser pagos em Portugal, só para dar o exemplo) e órgãos europeus eleitos por sufrágio directo e universal são o mínimo dos mínimos que podem ser aceites. Tudo o resto é a tanga do costume para que os bancos da europa central não vão ao charco (principalmente os alemães, holandeses, franceses e ingleses), e vejam os seus buracos gigantescos expostos. É que se os países "periféricos" não aceitarem as chantagens do "eixo", em pouquíssimo tempo a Alemanha e a França vão ter de salvar os seus bancos com somas de dinheiro que, por muito que custe a acreditar, não têm nem nos seus sonhos. E, nesse momento, a garganta desses líderes filhos da puta acaba-se por falta de sustento.
EDIT (9/12/2011, 2:00): Mudanças na Constituição não são aceitáveis, e novos Tratados devem ser sujeitos a referendo nacional (esta elite não é de confiança...).
EDIT (9/12/2011, 2:00): Mudanças na Constituição não são aceitáveis, e novos Tratados devem ser sujeitos a referendo nacional (esta elite não é de confiança...).
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Acabar com os almoços grátis
Finalmente a taxa de juro a pagar por Portugal aos países da UE, na sequência do acordo com a troika, baixou. Ainda não baixou para os 3% que eu considero o limite máximo para a dívida ser totalmente pagável, mas é finalmente um avanço na direcção certa! Falta é acabar com as doações aos bancos de pelo menos 12 mil milhões de euros que depois são pagas por todos nós. Esse dinheiro pode ser concedido em troca de acções (a preços de mercado) ou em empréstimos. Almoços grátis é que não! E há uma coisa que me anda a deixar com a pulga atrás da orelha: se os bancos não podem falir, porque é que são privados?
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Isto agora é de bolha em bolha?
O preço do ouro veio (vem?) por aí abaixo aos trambolhões. A explicação neoliberal deve ser algo como isto e até acredito nela, mas acho que os próprios investidores perceberam que estavam numa bolha... Podem seguir a actualização da cotação do ouro neste link do Financial Times.
(imagem sacada daqui)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
O que será então a usura?...
"O Banco de Portugal (BdP) divulgou hoje as taxas máximas (TAEG) aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores no último trimestre deste ano.
Todos os limites máximos foram aumentados. A taxa do crédito pessoal, por exemplo, foi revista para uns tímidos 20,2%. A única excepção ao aumento dos limites registou-se nos cartões de crédito, mantendo-se nestes a razoabilíssima taxa máxima de 34,1%
A imposição de limites máximos é uma prática adoptada pelo BdP desde o final do ano passado. A aplicação de taxas superiores aos referidos limites é considerada usura. A aplicação de taxas inferiores não."
Todos os limites máximos foram aumentados. A taxa do crédito pessoal, por exemplo, foi revista para uns tímidos 20,2%. A única excepção ao aumento dos limites registou-se nos cartões de crédito, mantendo-se nestes a razoabilíssima taxa máxima de 34,1%
A imposição de limites máximos é uma prática adoptada pelo BdP desde o final do ano passado. A aplicação de taxas superiores aos referidos limites é considerada usura. A aplicação de taxas inferiores não."
terça-feira, 19 de julho de 2011
"portugal e a Europa em crise"
domingo, 22 de maio de 2011
Continua-se a discutir pentelhos...
Sou forçado a reconhecer que Catroga até tinha alguma razão quando disse o que está no título. Pena para ele que o tenha dito pelos motivos menos importantes...
"Há verdades que se calam e há mentiras que iludem verdades. Portugal entretém-se a discutir se o país deve ter duas ou três taxas de IVA mas não reflecte um segundo sobre taxa de juro que vai ser cobrada pelo empréstimo de 78 mil milhões de euros.
Se alguma coisa ameaça a recuperação de Portugal nos próximos anos é esta taxa, que será fixada entre 5,5% e 6% pelos ministros das Finanças europeus. E isto é verdadeiramente decisivo. Porquê? Por uma razão simples que os economistas conhecem há muito: trata-se da relação entre juros altos e crescimento económico baixo."
Esta opinião já tem mais de uma semana, mas continua tão actual como a 12 de Maio. Não há condições para pagar estas taxas de juro. Isto não é ajuda nenhuma! É O NOSSO ENTERRO!
"A expressão “ajuda externa” sobrevive no debate público devido à seguinte ideia: em Maio não haveria dinheiro para "pagar salários". Isto não é bem assim. Em Maio, tudo o resto constante, e nem tudo tinha de estar constante porque havia algumas propostas para gerar liquidez, poderia não haver dinheiro para pagar salários e, friso o e, para fazer face a todos os compromissos com os credores. Numa democracia, aqui chegados, a escolha seria clara: entre o contrato social e o contrato financeiro não há como hesitar. No entanto, o periclitante sistema financeiro europeu não estaria em condições de aguentar tal escolha, claro. Isto é conhecimento comum." (sublinhados meus)
Quem votar no centrão está a dizer que quer pagar os dividendos dos accionistas dos bancos portugueses, mas, acima de todos, dos bancos alemães e franceses. Não é já altura dos gestores e banqueiros do centro da Europa serem responsabilizados pela sua gestão? Desde quando é que o negócio deles não tem risco???!!!
NESTA ELEIÇÃO NÃO SE VOTA NO CENTRÃO!
"Há verdades que se calam e há mentiras que iludem verdades. Portugal entretém-se a discutir se o país deve ter duas ou três taxas de IVA mas não reflecte um segundo sobre taxa de juro que vai ser cobrada pelo empréstimo de 78 mil milhões de euros.
Se alguma coisa ameaça a recuperação de Portugal nos próximos anos é esta taxa, que será fixada entre 5,5% e 6% pelos ministros das Finanças europeus. E isto é verdadeiramente decisivo. Porquê? Por uma razão simples que os economistas conhecem há muito: trata-se da relação entre juros altos e crescimento económico baixo."
Esta opinião já tem mais de uma semana, mas continua tão actual como a 12 de Maio. Não há condições para pagar estas taxas de juro. Isto não é ajuda nenhuma! É O NOSSO ENTERRO!
"A expressão “ajuda externa” sobrevive no debate público devido à seguinte ideia: em Maio não haveria dinheiro para "pagar salários". Isto não é bem assim. Em Maio, tudo o resto constante, e nem tudo tinha de estar constante porque havia algumas propostas para gerar liquidez, poderia não haver dinheiro para pagar salários e, friso o e, para fazer face a todos os compromissos com os credores. Numa democracia, aqui chegados, a escolha seria clara: entre o contrato social e o contrato financeiro não há como hesitar. No entanto, o periclitante sistema financeiro europeu não estaria em condições de aguentar tal escolha, claro. Isto é conhecimento comum." (sublinhados meus)
Quem votar no centrão está a dizer que quer pagar os dividendos dos accionistas dos bancos portugueses, mas, acima de todos, dos bancos alemães e franceses. Não é já altura dos gestores e banqueiros do centro da Europa serem responsabilizados pela sua gestão? Desde quando é que o negócio deles não tem risco???!!!
NESTA ELEIÇÃO NÃO SE VOTA NO CENTRÃO!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Liberalismo à cara podre
Hoje apareceu no Público uma notícia sobre os direitos bancários mínimos de um cidadão. Tudo por causa de uma Lei, que foi aprovada na Assembleia da República no mesmo dia em que foi aprovada a Avaliação dos Professores. Não ouviram falar? Agradeçam aos nossos media... Essa Lei permitiu aos bancos cobrar despesas de manutenção a quem tinha saldo inferior a determinado montante médio (por norma 1500€). Curiosamente, essas despesas de manutenção eram maiores para quem tinha menos dinheiro na conta. Um sistema com uma mecânica "engraçada": cobravam dinheiro porque o cliente tinha pouco dinheiro, e se tinha muito pouco então cobravam ainda mais. Lei aprovada com os votos favoráveis de PS, PSD e CDS, e com os votos contra de PCP, PEV e BE. Mas há soluções para quem tem pouco dinheiro no banco. Leiam a notícia! Olhem que os bancos não avisam que há alternativas...
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