(imagem sacada da Gui!)
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
10 lições da recessão
"A edição de hoje do Jornal de Negócios (pela mão do jornalista Pedro Romano), sintetiza em 10 pontos o que a grande recessão que hoje vivemos nos ensina.
(...)
Ficam aqui as 10 lições (entre parêntesis, a minha interpretação das mesmas e das suas implicações):"
Entretanto, a situação avança...
"Uma das escassas coisas boas da presente crise é que, pela primeira vez, a política europeia ocupa o lugar central na discussão política europeia.
Trata-se de uma grande mudança. Até há pouco, as opiniões públicas nacionais encontravam-se quase inteiramente focalizadas em matérias de política interna. Por um lado, as questões europeias permaneciam reservadas a uma restrita elite de políticos, diplomatas e, em menor escala, de gestores de empresas transnacionais. Por outro, os eleitores pediam aos políticos locais responsabilidades pela sua incapacidade de resolverem problemas que, verdadeiramente, não tinham poder para resolver.
(...)
Pondo as coisas de uma forma mais direta: não precisamos de socorro alemão, precisamos que os salários alemães congelados há uma dúzia de anos aumentem, que os impostos baixem, que o consumo e o investimento aumentem e que, por decorrência, as importações aumentem e o excedente comercial baixe."
"o Silva"
"A este “Américo Tomás do século XXI” chamou um dia João Jardim, o “sr. Silva”. Depreciativamente, conforme entendimento generalizado. Creio que não. Porque este homem deveria ser simplesmente “o Silva”. O Silva das vacas. Presidente da República de Portugal. Desgraçadamente."
Luís Manuel Cunha in Jornal de Barcelos de 05 de Outubro de 2011. Encontrado no Aventar.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Uma inovação educativa norueguesa
O Jardim parece ter um dom...
... o dom de retirar a clareza de espírito a muita gente. Mário Nogueira, o que se passou?
RIP Steve Jobs
Foi uma das pessoas mais influentes na sociedade humana ao longo dos últimos 30 anos (pelo menos!).
Obrigado Steve Jobs!
Custou mas conseguiu-se!
À quase 3 semanas ninguém prestava atenção nenhuma ao Occupy Wall Street. Hoje já aparecem diariamente notícias sobre as manifestações nas cidades norte americanas.
O mesmo está a acontecer com o 15 de Outubro...
Dá-lhes Palmira!
A Palmira F. Silva destrói mais uns quantos mitos mediáticos neste excelente artigo. Mais uma vez, aquilo que não passa nas televisões, encontra-se na net!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Goldman Sachs rules the world
"Assumindo que António Borges não está a agir por conta própria, parece que temos o FMI a dizer que a austeridade é boa, sim senhor, mas que deve ser selectiva (i.e. só para o Estado), e o Banco de Portugal (e o BCE) a dizer que não, que o que é preciso é austeridade para todos, incluindo a banca. Talvez fosse interessante saber o que pensa o governo português desta matérias e, já agora, se tenciona participar neste tipo de debate."
NDR: António Borges já foi um dos vice-presidentes da Goldman Sachs.
PSD a assumir culpas do que quer que seja?! Naaaaaaaaaaaa...
"Como não dá jeito nenhum constatar o óbvio, que Alberto João Jardim é de direita, continuador do regime de antes do 25 de Abril que nunca chegou à Madeira, a direita continua a despejar megabytes tentando associar o construtor de estradas que servem duas ou três casas ao pobre Keynes, que tem as costas largas."
A lei da rolha f****-se
"Só vejo vantagens no relatório da PSP e na informação de que há infiltrados do SIS no movimento social, por mais pidescas que sejam essas notícias. O PCP esteve bem ao exigir que o Ministro da Administração Interna se explique e que obrigue as forças repressivas do Estado a tornar público em que organização andam a meter o bedelho. No meio do barulho uma coisa é certa, a lei da rolha que se verificava nos meios de comunicação, fodeu-se."
Qual é a ideia da direita?...
"Com as vacinas em dia, leiamos este artigo de Vasco Graça Moura no DN de hoje, do qual aqui transcrevo estes sugestivos parágrafos:
«Os problemas imediatos da Europa e de um país falido como o nosso não se resolvem com cortejos da ideologia desfilando nas ruas e avenidas e movimentos de massas. Tão pouco se resolvem com bloqueamentos do aparelho de Estado cujos resultados só podem ser negativos.
Como a situação vai piorar, as reacções corporativas tendem a agravar-se. Se não houver autoridade, rapidamente se chegará a uma situação de desregramento e conflitualidade social de consequências imprevisíveis.»
Não vou sequer mencionar o quão impossível teria sido este artigo há uns meses, nem o aproveitamento que a direita fez na anterior legislatura das manifestações de rua e o quanto estas lhe convieram. Como já percebemos, essa é a desfaçatez característica de gente politicamente rasca.
Mas acontece que este governo e os seus fanáticos admiradores estão manifestamente a descontrolar-se no que respeita à agitação social. Revelam-se mais agitados do que os potenciais agitadores. Será mesmo assim?"
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