De 3 a 30 de Dezembro decorre, na Biblioteca Municipal de Anadia, a II Feira Municipal do Livro. Uma óptima oportunidade para comprar uma prendinha de Natal, para graúdos e para miúdos. Investir na Cultura é investir no futuro das pessoas. Como diz Lobo Antunes, "A cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo de escravos."
Só mais uma chamada de atenção para a Biblioteca Municipal e para a Câmara Municipal: não há qualquer referência à Feira do Livro nos seus sites. Isso já não é admissível nos tempos de hoje... Para encontrar o flyer da Feira, só mesmo n'O Ciclista! Portanto, os meus parabéns à equipa d'O Ciclista, que fez o trabalho que competia à Biblioteca e à Câmara.
Esta ideia de governo económico com pés de barro que o eixo vai tentar impor à restante zona euro não vai funcionar, tal e qual não funcionaram as anteriores [ironia ON] soluções [ironia OFF] que saíram daquelas cabecinhas obtusas, imperialistas e xenófobas. O João Pinto e Castro mostra o retrocesso do processo de integração europeia resultante da imposição dos dogmas económicos germânicos ao resto da Europa, e como estiveram soluções muito melhores mesmo à frente do nariz dos líderes europeus mas faltou-lhes a coerência ideológica. Mais uma lição da História...
Nos últimos tempos temos sido confrontados sucessivamente com decisões que afectam negativamente a nossa vida. Não pensem que não há uma estratégia por trás desta torrente de notícias: a ideia é mesmo confundir as pessoas e dividi-las dentro das suas reivindicações, colocando cada um a falar de assuntos que a maioria não considera essenciais. Para esta estratégia de colocar portugueses contra portugueses só existe uma resposta: DERRUBAR ESTE GOVERNO. É este o primeiro passo para resolvermos os problemas do NOSSO país, pois com este Governo não podemos esperar mais nada além da traição ao seu povo. E se ontem festejámos a Restauração da Independência (pelo menos eu festejei!), não nos devemos esquecer que para termos essa independência foi necessário matar os traidores. Os tempos são diferentes e creio que podem ser usados métodos diferentes, mas eu também acho que a resposta a uma agressão deve ser proporcional...
Creio que já publiquei aqui este vídeo à uns meses, no entanto mais vale recordar o que é a terapia de choque que nos estão a aplicar (reencontrado no Arrastão):
Mais informações sobre os infiltrados e o seu modo de actuação no 5 DIAS - aqui e aqui.
Carta aberta ao Director Nacional da PSP no AVENTAR (e que eu subscrevo completamente).
Declaração da Plataforma 15 de Outubro (que eu também subscrevo totalmente):
Note-se que sobre o "cidadão estrangeiro" (um alemão) e o "polícia agredido" continua a não se saber nada. Nem cadastro, nem relatório médico, nem relatório da polícia, NADA! Este Governo, já sabemos, goza à vontade com os eleitores do PSD (não é difícil...), mas com os Indignados as coisas não vão ser só flores...
"Acusamos o Primeiro-Ministro e o Governo de conduzirem uma política económica subjugada pela prioridade absoluta da moeda única que se traduz numa política de regressão social, de aumento do desemprego e na eliminação de direitos duramente conquistados pelos trabalhadores ao longo de muitas dezenas de anos."
"Convidamos os Anonymous com conhecimentos de informática a afastarem-se das manifestações e a juntarem-se a nós para uma ‘desobediência civil’ online". Leiam tudo no Tugaleaks. Estes mostram que os têm no sítio...
Acho que esta óptima notícia vai bem com esta música:
Conversion, software version 7.0,
Looking at life through the eyes of a tire hub,
Eating seeds as a past time activity,
The toxicity of our city, of our city,
A revista NewScientist publicou um artigo que analisa a composição accionista das 1318 multinacionais mais importantes, e as suas relações. Um artigo muito interessante...
Legenda:
multinacionais extremamente conectadas a vermelho;
I seem to think I think I got a little situation
So listen to me sister listen maybe you can help
I think I gave a lot of problems my consideration
But not for me they always seem to be for someone else